Resumo
Este artigo objetiva analisar e caracterizar o papel atual do orientador educacional; refletir sobre a sua atuação como agente de mudanças dentro das escolas estaduais; definir a Síndrome de Burnout e sua relação com o trabalho dos orientadores educacionais concursados no Ensino Público do Estado do Paraná. Os dados foram obtidos por intermédio de questionários e de pesquisa bibliográfica. O universo definido foi o total estimado de orientadores educacionais no Paraná e a amostragem foi não probabilística, por conveniência. Detectou-se a existência da Síndrome de Burnout entre os orientadores educacionais do Paraná e concluiu-se pela exaustão emocional como o principal fator desencadeador da Síndrome.
Palavras-chave: Burnout, Orientador Educacional, Saúde no Trabalho, Síndrome de Burnout, Estresse Laboral.
Abstract
This paper aims to analyze and to characterize the Education Advisor’s current role; to contemplate about his/her performance as agent of changes at the state schools; to define the Syndrome of Burnout and it’s relationship with the competed Education Advisors’ work in the Public Teaching of the State of Paraná. The data were obtained through questionnaires and of bibliographical research. The defined universe was the Education Advisors’ dear total in Paraná and the sampling was no probabilistic by convenience. The existence of the Syndrome of Burnout was detected among the Education Advisors from Paraná and the study concluded by the emotional exhaustion as the main triggering factor of the Syndrome.
Key words: Burnout, Education Advisor, work health, Burnout Syndrome, labor stress.
O papel do orientador educacional está à mercê de políticas educacionais. A tendência educacional atual deixa de investir em capacitação específica, não promove concursos públicos ou contratações desses trabalhadores há mais de dez anos. Inevitável decorrência: o rápido e catastrófico declínio da qualidade e envolvimento nos serviços prestados por esses profissionais. A cada dia aumenta o número de pedagogos com a habilitação em orientação educacional que trabalham, além de seus limites. Isso ocorre, geralmente, porque, em função da diminuição do quadro de orientadores educacionais, eles precisam trabalhar mais e, muitas vezes, são desviados da função. O pior é quando dividem o cargo com colegas não habilitados que estão orientadores educacionais, mas não são orientadores educacionais. Realizou-se, em 2001, uma pesquisa com os 1.325 orientadores educacionais concursados no Estado do Paraná, buscando compreender as relações existentes entre a Síndrome de Burnout e o trabalho do Orientador Educacional.
Maslach (1986) caracteriza a Síndrome de Burnout como uma “síndrome de fadiga emocional, despersonalização e de uma auto-estima reduzida, que pode ocorrer entre indivíduos que trabalham em contato direto com clientes ou pacientes”.
A literatura internacional indica que não existe uma definição única sobre Burnout, mas é considerado como, por exemplo, uma resposta do estresse laboral crônico, não devendo, contudo, ser confundido com estresse. Malasch; Jackson (1986) representam uma abordagem socio-psicológica da síndrome, apontam como o estresse laboral leva ao tratamento mecânico do cliente. Burnout aparece como uma reação à tensão emocional crônica, gerada a partir do contato direto e excessivo com outros seres humanos, já que cuidar exige tensão emocional constante, atenção permanente e grandes responsabilidades profissionais. Em resumo: o trabalhador envolve-se afetivamente com seus clientes, desgasta-se, não agüenta mais, desiste, entra em Burnout. Para esses pesquisadores, o mal afeta com maior freqüência profissionais da área da educação e saúde.
As pesquisas demonstram que o Burnout ocorre em trabalhadores altamente motivados que reagem ao estresse laboral, trabalhando além dos seus limites até que entram em colapso.
Burnout é o sentimento de discrepância entre o que o trabalhador dá (o que ele investe no trabalho) e aquilo que ele recebe (reconhecimento de superiores e colegas e, no caso dos Orientadores Educacionais, dos resultados no comportamento geral do aluno).
A Síndrome é entendida por Maslach e Jackson (1986) como um conceito multidimensional que envolve três componentes:
Delvaux apud França; Rodrigues (1997, p. 28), caracteriza Burnout emocional da seguinte maneira:
Entre as condições relacionadas ao trabalho investigadas na pesquisa com orientadores educacionais, verificou-se que 56,0% desses trabalhadores exercem outra atividade remunerada, além da função de orientador educacional. Estabelece-se, desta forma, uma tripla jornada de trabalho em função das atividades domésticas, pois 99,0% das pessoas entrevistadas pertencem ao sexo feminino, estando em sua grande maioria casadas ou vivendo com um companheiro.
Ter um outro trabalho aumenta a carga intelectual, tanto entre os que trabalham 20 horas como entre os que trabalham 40 horas. Além disso, entre estes, 65,0% desenvolvem a atividade de professor.
No caso do professor, um emprego de 40 horas ou dois empregos de 20 horas, não repercutem do mesmo modo quanto à carga intelectual e emocional.
(...) Carga mental é característica do trabalho fragmentado, alienado, incapaz de ser portador de prazer para quem o realiza, trabalho que parece vão, que esvanece o trabalhador, aquele que o trabalhador dificilmente consegue perceber a importância ou mesmo o seu lugar, a sua marca no produto. Isso desgasta, cansa, esgota, torna o trabalho pesado, custoso, difícil, mesmo que esta dificuldade não corresponda ao nível de complexidade ou de exigências reais (Soratto; Pinto, p. 284).
Dois empregos implicam deslocamento de um lugar para o outro, desgaste físico, maior esforço de tempo, adaptação entre ambientes diferentes, planejamento e preparação de atividades distintas, aumentando o cansaço e a sensação de carga.
Em geral, estes educadores são responsáveis por alunos em diferentes níveis de ensino. A grande maioria, 74,0% dos orientadores educacionais que trabalham no período da manhã, ministram aulas no ensino fundamental de 5ª a 8ª séries do ensino regular. Um pouco mais da metade, 53,0% dos orientadores educacionais que trabalham no período da tarde ministram aulas no ensino fundamental de 1ª a 4ª séries do ensino regular. Quase 80,0% dos orientadores educacionais que atuam no período noturno, ministram aulas no ensino médio, 1ª a 3ª série. É certo que níveis diferentes de ensino exigem uma melhor preparação e execução das aulas.
O trabalho deste profissional não se restringe à sua função dentro da sala de aula ou ao Serviço de Orientação Educacional onde atua em outro turno, o que implica atualização e preparação constantes para que sejam realizadas as duas profissões a contento.
Codo; Gazzoti (1999) compreendem que para exercer a função de educador a relação afetiva é obrigatória, sendo um pré-requisito para a aprendizagem efetivar-se. Quem trabalha com a educação utiliza o jogo da sedução, conquista a atenção para despertar o interesse do aluno para o conhecimento que pretende abordar. Esta conquista envolve um enorme investimento de energia afetiva e é mediante o estabelecimento de vínculos afetivos que ocorre o processo ensino aprendizagem. O esforço empreendido no caso dos profissionais que se dividem no exercício de suas atividades, atuando em funções diversificadas, turmas diferentes, períodos distintos, alunos com problemas diversos, pode vir a ser, muitas vezes, maior do que ele pode suportar. A impossibilidade de cumprir as exigências impostas no trabalho pode impedir o orientador educacional de fazer o que deveria, de realizar seu trabalho e realizar-se nele.
O acúmulo de afazeres na atividade docente mais a responsabilidade de um Serviço de Orientação Educacional podem, com o tempo, exceder as condições físicas e psicológicas de alguns profissionais.
Segundo a pesquisa realizada, 79,0% dos orientadores educacionais não possuem outros orientadores educacionais trabalhando no mesmo período. A pioneira da orientação educacional no Brasil, Aracy Muniz Freire, sugere que “(...) cada orientador educacional deveria ter, sob sua responsabilidade, no máximo 300 educandos. Número maior prejudicará a eficiência dos trabalhos, que terão de ser corridos e superficiais, sem possibilidade de aprofundamento adequado nos trabalhos de assistência e de aconselhamento.” Freire apud Nérici (1976, p. 38). As respostas fornecidas por 41,0% dos orientadores educacionais é de que o número de alunos sob a sua responsabilidade excede um pouco a condição de sua resistência física e psicológica.
A Tabela 1 mostra aspectos da realidade do orientador educacional nos 31 Núcleos Regionais de Ensino do Estado do Paraná.

O orientador educacional, ao deparar-se com a impossibilidade de cumprir as exigências da função, vive um conflito estrutural entre fazer um trabalho perfeito e as possibilidades reais de sua execução. Como este trabalhador pode ter domínio sobre sua própria atividade, quando precisa mudar de enfoque e de questionamentos todos os dias de sua vida profissional? Como pode estar por inteiro nas relações que exigem cuidados especiais? Como pode convencer um aluno de que ele precisa de hábitos de estudos, de que o mergulho no mundo das drogas o leva a becos sem saída, de não querer morrer porque o primeiro amor não deu certo, ou ainda, de que o desemprego do seu pai pode ser passageiro? Isto demanda investimento de tempo e afeto. Não é possível sair correndo, deixar os argumentos pela metade. Este profissional lida com mudanças em si mesmo e mudanças no outro.
O conflito entre o que há por ser feito e o pouco tempo, com um grande número de alunos, leva o orientador educacional a exceder a sua condição física e psicológica. Neste contexto, que se inicia a luta contra o sofrimento e é com muita propriedade que Dejours (1987) esclarece: “o sofrimento surge assim que a relação do homem com a organização do trabalho é permanentemente bloqueada.”
Mesmo, vivenciando diariamente este dilema, 59,42% dos orientadores educacionais avaliaram os seus desempenhos na função com o conceito “Bom”, sendo que 79,0% não possuem outro orientador educacional trabalhando no mesmo período, portanto, trabalham sós. Há 41,0% que afirmam que o número de alunos sob sua responsabilidade excede um pouco sua condição física e psicológica e, além disso, há 56,0% deles que exercem outra atividade remunerada em período contrário. Para agravar ainda mais a situação, 70,0% gastam somente de 0 a 10 horas semanais com as prioridades reais da função.
A forma como avaliaram seus desempenhos denuncia o quanto não detêm o conhecimento de suas funções dentro da escola e a obscuridade de seu papel como profissional da orientação educacional. A não oferta, pelo Governo do Estado, de cursos de requalificação específica para estes profissionais pode ser mais um dos fatores que os impede de analisar com lucidez o resultado de seu trabalho. Os mecanismos de defesa do ego, segundo a Teoria Psicanalítica, parecem estar sendo utilizados largamente para amenizar a consciência culpada pelo trabalho que deveria ser melhor e, também, como forma de proteger-se da exaustão emocional, um dos fatores geradores de Burnout.
Por outro lado, a pesquisa mostra 26,0% de orientadores educacionais insatisfeitos com seu trabalho. Apesar do número não ser alarmante, é bastante significativo e pode-se arriscar uma projeção: este pequeno grupo tornar-se-á, no futuro, a totalidade da população de orientadores educacionais atuantes na Rede Estadual de Ensino, visto que não existe contratação de nenhum tipo há mais de dez anos. Ao que tudo indica, Burnout pode estar gerando estas atitudes.
O interesse aqui é compreender a relação entre atitudes do trabalhador no que se refere à satisfação e Síndrome de Burnout.
Satisfação e comprometimento são atitudes do trabalhador perante aspectos do trabalho e da organização como, por exemplo, relacionamento com colegas, alunos, salário condições de trabalho e outros. Atitude é definida com Katz (1960) apud Codo (1999) como uma predisposição individual para avaliar alguns aspectos simbólicos de seu mundo de maneira favorável. Comprometimento, na esfera científica, pode ser considerado como uma adesão, um forte envolvimento do indivíduo com variados aspectos do ambiente de trabalho. Sendo assim, as atitudes podem ser consideradas como catalisadoras do comportamento.
Quando se começa a pensar dedutivamente, pode-se dizer que o papel do orientador educacional só se estabelece porque se constitui de características peculiares à sua função. A perda de algumas destas características, seja por qualquer motivo, desencadeia o processo de descaracterização.
A descaracterização do papel profissional dos orientadores aparece quando a maioria das respostas da pesquisa indica que eles reservam, apenas, de uma a duas horas semanais, por período, para planejar ações conjuntas com a equipe pedagógica (quando a equipe existe), bem como para elaborar projetos ou formar grupos de estudos com o corpo docente. Para o exercício das prioridades reais exigidas na função, somente de zero a dez horas semanais são reservadas. A pesquisa traz à luz o frágil grau de controle sobre o produto de trabalho do orientador educacional, a começar pela ausência de um planejamento, instrumento necessário, básico e importante dentro da organização escolar. A descaracterização fica mais clara, quando 87,0% destes orientadores ocupam de uma a quatro horas semanais (tempo já escasso do trabalho educativo), “apagando incêndios” com situações de emergência.
Burnout, segundo Farber (1991) possui forte relação com a falta de controle. A Psicologia Organizacional e do Trabalho tem apontado para os efeitos sobre o trabalhador da sua relação com o processo de trabalho. A idéia é de que, quanto mais criativo e completo for o trabalho, mais o homem cria a si mesmo, e quanto mais fragmentado, mais ele se aliena.
O trabalho do orientador educacional é composto por processos variados, sendo ele responsável por todas as suas etapas, portanto, com a possibilidade de expressão, de criatividade e de controle sobre os processos que compõem esta atividade profissional.
Ele é o dono do todo e responsável pelos resultados. Caso a organização do trabalho esteja estruturada de forma que não permita esta flexibilidade, o orientador educacional poderá perceber-se tolhido em sua liberdade de ação, o que, em grau elevado, poderá acarretar em sofrimento para ele.
A distância entre o planejamento (que não pôde ser elaborado) e sua execução, pode ser um fator que colabore para que o orientador apague incêndios, isto é, que obtenha frágil controle sobre seu trabalho. Segundo Codo (1999) “tanto a exaustão emocional como o envolvimento com o trabalho são afetados pelas possibilidades de controle do trabalhador sobre o seu trabalho”.
A pesquisa faz um levantamento dos fatores que contribuem para a desmotivação no desempenho da função de orientador educacional, são: salário, recursos materiais, insegurança por ausência de clareza e objetividade nas diretrizes educacionais, impossibilidade de crescimento profissional dentro do órgão empregador, descontinuidade dos projetos implantados pela mantenedora ou resultados insatisfatórios, sentimentos de impotência diante do sistema estrutural, exigências da mantenedora que a escola não consegue dar conta ou cumprir e a modificação em relação às tendências filosóficas e metodológicas.
O fator que aparece com 62,3% de freqüência é constituído pelas exigências da mantenedora que a escola não consegue dar conta ou cumprir. Desenvolver um comportamento frustrado leva ao sofrimento e ao burnout em sua forma de exaustão e de envolvimento com o trabalho.
Outro fator de desmotivação apontado pelos orientadores educacionais revela que 63,23% destes profissionais são afetados pela deficiência de recursos materiais técnicos e pedagógicos. Uma escola sem ou com poucos recursos de apoio ao ensino, exige demais, tanto do professor como do orientador educacional. Do professor, por se esforçar muito mais para preparar suas aulas sem instrumentos adequados; do orientador, porque talvez lhe caiba a carga de lidar com professores insatisfeitos e com as conseqüências desta insatisfação.
Geralmente, o aluno é o retrato de um lar pobre e de uma família sem estrutura básica, quando pertence a uma. Traz na bagagem uma amostra das mazelas do mundo. Nesta realidade que o orientador educacional deverá interferir para que a educação aconteça. Este profissional poderá não se sentir qualificado técnica nem emocionalmente para lidar com esta série de diferentes problemas. O volume destes problemas, quando contínuos, pode contribuir para que haja esgotamento de recursos e estratégias de enfrentamento por parte do orientador educacional, permitindo que o Burnout instale-se na forma de exaustão emocional.
Efetivamente, a pesquisa confirmou a presença da síndrome de burnout, na medida em que 69,8%, em média, dos pesquisados, apontaram sentimentos de exaustão emocional, 32,7%, em média, declararam sentimentos permanentes ou eventuais de não envolvimento com o trabalho e 17,6%, em média, declararam sentimentos eventuais ou permanentes de não envolvimento afetivo no trabalho (despersonalização).
O quadro de Burnout revelado pela pesquisa não pode ser completamente solucionado, uma vez que o desgaste e o conflito são fatores subjetivos e intrínsecos às relações humanas. Além disso, uma vez instalado o quadro, ainda não há tratamento adequado à sua solução. Assim, o importante é a prevenção pelo combate aos fatores deflagradores da Síndrome.
Urge organizar o trabalho do Orientador Educacional que, muitas vezes, seja por incoerência ou descontinuidade das políticas educacionais, seja pelo próprio desconhecimento de suas reais funções encontra-se em busca de caminhos desconexos, contraditórios para a solução dos problemas educacionais.
Ele acredita que cumpre bem seu papel, que pode modificar o destino de seus orientandos, da escola, da educação e do mundo. Cria-se um círculo vicioso que se retroalimenta por ele acreditar. Não importa se seu trabalho contribuiu para alguma transformação, o orientador está tão envolvido que não mede esforços.
Assim está diante de uma armadilha. De um lado, a imposição de ser um idealista; de outro, os mecanismos de defesa, para a preservação do ideal da profissão. O resultado desse conflito para garantir a sua identidade profissional é o Burnout.
Para clarear, segue o prognóstico da síndrome: o orientador educacional entra em exaustão emocional quando convive com o conflito por muito tempo, despersonaliza quando simbolicamente elimina a relação saudável com aluno. A atitude de baixo envolvimento com o trabalho caracteriza-se quando também, simbolicamente, desiste de professar o que sabe fazer. Burnout
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http://www.netescola.pr.gov.br.netescola (SEED/PR) 30.10.2001
O estudo revelou a necessidade urgente de se organizar o trabalho do Orientador Educacional que, muitas vezes, seja por incoerência ou descontinuidade das políticas educacionais, seja pelo próprio desconhecimento de suas reais funções, encontra-se subaproveitado, desorientado e incapacitado.
A necessidade de políticas educacionais consistentes e duradouras, e de recapacitação profissional parece evidente.
Há fatores de franca desorganização no trabalho do orientador educacional que revelam uma situação de desperdício na qualidade da energia de trabalho deste profissional, pois, além de mal pago, o orientador educacional não cumpre sua função.
Futuros estudos poderão levantar as causas da não contratação de orientadores educacionais por parte do Governo do Estado para suprir o grande déficit de profissionais dessa área nas escolas da Rede Estadual de Ensino. Isto ocorre ao arrepio da lei que determina a contratação de um orientador educacional, no mínimo, para autorização do funcionamento de escolas particulares ou públicas.
Poderão investigar, também, o que ocorre com o Programa Curricular dos cursos de Pedagogia que não contemplam as reais funções do profissional dentro das instituições escolares. Todo pedagogo, sobretudo aqueles que atuam nas Instituições de Ensino, seja ela qual for, deveriam estar cumprindo com competência seu papel profissional.
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